Novas Barragens
A aposta da EDP na construção de novas barragens é fundamental para diminuir as dependências de Portugal em matéria energética e garantir a autonomia. Está em causa elevar o aproveitamento hidrológico para 70% das capacidades do País e aumentar a capacidade hídrica em 57% no mercado ibérico.
A integração destes projectos com as localidades onde ocorrem cria focos sinergéticos da maior importância:
- Para o desenvolvimento rural, elaboram-se programas com parceiros locais que geram condições de empregabilidade, fomenta-se a sustentabilidade dos negócios para além da fase de Aproveitamentos Hidroeléctricos, estabiliza-se um quadro de prioridade à contratação de mão-de-obra local através de empreiteiros.
- Na aproximação as comunidades, criam-se redes de contactos, desenvolvem-se aproximações a entidades e organizações regionais para mapeamento de potenciais contactos.
- No âmbito de actuação da Fundação EDP, promovem-se iniciativas inovadoras nas áreas de Empreendedorismo, Cultura, Ciência & Educação e Solidariedade, juntamente com acções concretas, e realizadas localmente, que permitem estimular a região para além do impacto directo do investimento nos projectos hídricos.
Em suma, o diálogo directo com as populações, a par do poder local, permite soluções e compensações criativas, económicas e de maior valia para os interessados directos. Toda esta dimensão está indissoluvelmente unida à relevância dos investimentos nas novas barragens.
| Novas Barragens | Início de construção |
Entrada em serviço |
Potência a instalar |
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| Baixo Sabor em construção |
2008 | 2013 | 171 MW | ||||||
| Ribeiradio Ermida em construção |
2010 | 2013 | 77 MW | ||||||
| Foz Tua | 2011 | 2015 | 251 MW | ||||||
| Fridão | 2011 | 2016 | 238 MW | ||||||
| Alvito | 2011 | 2015 | 225 MW |
